Cannabis, a variedade de THC na flor

Existem várias espécies de planta para além da mais conhecida que é a cannabis sativa, existem também a Cannabis indica e a Cannabis ruderalis, sendo esta última mais pobre em THC, o principal elemento psicoactivo da planta.

A Canabis indica diferencia-se da Canabis sativa por ser mais rasteira, além de produzir mais resina rica em alcalóides que induzem ao relaxamento muscular e sedativo, enquanto a Canabis sativa tem menos resina e uma combinação de substâncias activas que proporcionam um efeito menos sedativo e mais eufórico.

Na Europa, Estados Unidos e Canadá, a Canabis sativa e as espécies indica/ruderalis têm sido entrecruzadas desde os anos setenta, dando origem às chamadas variedades híbridas, dentre as quais o skunk é talvez a mais famosa. No Brasil, a Cannabis sativa é predominante já que se adapta perfeitamente a climas tropicais, sendo as híbridas estrangeiras caríssimo objeto de consumo de connoiseurs endinheirados.

A moca de Sativa muitas vezes é caracterizada como uma elevação e os utilizadores sentem-se enérgicos e radiantes, é uma moca de otimisto e inspiração.
Serve também em boa medida ao alívio de dor crónica de certos sintomas.

As mocas de indica são muitas vezes descritos como um zumbido de corpo agradável. São boas para o relaxamento, realçam o alívio, e para um sentido total de calma e serenidade.
A planta indica é também muito eficaz para o alívio de dor de corpo total, e muitas vezes usado no tratamento da insónia.

Mochila em fibra de cânhamo

A cannabis, além de conter THC, pode ser utilizada na indústria por fornecer fibras e celulose para a produção de tecidos e papel.

Industrialmente, a cannabis sem THC é utilizada e conhecida como cânhamo. 

Do cânhamo é possivel fazer uma grande variedade de produtos.

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